Introdução de uma indústria panificadora no mercado de produtos locais.
By SergiArias
A questão
do cliente
Uma empresa que fabrica pão congelado realiza um estudo de mercado de pão em Portugal. A conclusão é que há cada vez mais procura de produtos locais. A equipa de gestão gosta da ideia porque beneficia o ambiente, apoia o desenvolvimento local e incentiva o crescimento económico da empresa. Por esta razão, decide entrar no mercado de produtos locais no prazo de 6 meses. Como a equipe de compra de farinha pode obter matérias-primas locais em 6 meses?
A solução
AESTIVUM
- Estudamos a fundo o mercado de farinha em Portugal, suas mudanças nos últimos anos e possíveis cenários futuros (potencial de crescimento, sazonalidades, preços, etc.)
- Definimos o novo papel da padaria no sector do pão local a curto, médio e longo prazo, e traçamos uma estratégia de abastecimento para que possa entrar em funcionamento dentro de 6 meses.
- Desenhamos um plano de rastreabilidade para que a empresa possa controlar a todo o momento a origem da farinha e do trigo que utiliza, verificando se são locais.
- Acompanhamos a equipa na implementação do novo plano de compras e garantimos que os objetivos são cumpridos atempadamente.
- Após os 6 meses definidos, avaliamos o progresso que a equipa tem feito e propomos melhorias para nos aproximarmos cada vez mais do “quilómetro zero”.
Resultados
alcançados
- Em 6 meses, a padaria funciona através de uma rede de abastecimento local, oferecendo um produto mais amigo do ambiente.
- A panificadora possui um plano de rastreabilidade que garante a origem das suas compras, podendo fornecer aos seus clientes produtos cada vez mais próximos do “quilómetro zero”.